O título do post se refere à arte como um todo: coloca pra fora o que você sente, deixa sair o que está preso, 'externa o interno'. Como está escrito ali ao lado na minha "apresentação", sou o tipo de pessoa que acredita que o mundo só pode ser mudado com expressões explícitas de arte. Fotografia, um texto bem escrito, uma pintura e até mesmo um graffiti colorido no meio de uma cidade cinza me fazem sorrir.
As lindas expressões artísticas da vez são de um amigo meu, o Rony Melo (Kira), que consegue transmitir realismo e beleza com seus desenhos incríveis. Ok, vou parar de babação de ovo e vou postar logo os desenhos, haha
Há um tempo ando frequentando a página Fotógrafo Amador, que possui um grupo do qual faço parte, e vejo sempre fotos maneiríssimas que pessoas comuns ~leia-se 'não-fotógrafos'~ tiram. De uns tempos pra cá, venho tentando aprimorar, mesmo possuindo uma câmera compacta e sem muitos recursos, o sonho de ser fotógrafa é maior...só não é maior do que o preço de uma DLSR.
Aí, hoje, vi umas postagens nuns blogs que não vou me lembrar do nome que falavam sobre Light Painting. Há muito tempo tive vontade de pesquisar, mas a preguiça foi grande e a memória curta... Então fui lá e pesquisei, finalmente! E aí me bateu uma baita vontade de fazer... Fui lá e fiz!
Essa primeira foi a única que deu certo no começo das tentativas, usei um isqueiro.
Pentagrama do Capiroto.
À partir daqui, utilizei uma lanterna que alternava as cores um enfeite antigo da minha mãe que iluminava um passarinho de vidro, que se quebrou, mas ainda dava pra utilizar o restante do enfeite, a parte das luzes.
(As imagens que parecem formar palavras e etc., foram "coladas" umas às outras, pois minha câmera não tem exposição longa, ou seja, dois míseros segundos pra fazer uma "forma".)
Sábado, sete de julho. Amanheceu quente, atípico da estação. Del e eu dormimos cerca de duas horas, culpa de uma pequena festinha de família regada à muito (muito) álcool. Saímos sonolentos, mas era um compromisso que eu não podia (e nem queria) adiar: eu havia combinado uma espécie de..."sessão fotográfica" com uma amiga, no Parque da Juventude. Chegamos alguns minutos atrasados, mas lá estávamos nós, dispostas a tirar muitas fotografias e brincar um pouco com nossas câmeras!
No começo, um pouco de timidez, mas a coisa foi desenrolando com tanta naturalidade! Ríamos, fotografávamos, brincávamos e exercitávamos nosso olhar fotográfico. Foi um dia divertido, com muitas histórias antigas (do passado do Del, por exemplo. Mas vou me abster de fazer qualquer comentário, não gosto nem de lembrar do que fiquei sabendo...).
Quase um mês depois dessa...er...sessão fotográfica, finalmente decidi trazê-la pra cá! Fotos com minha pequena compacta e com a Nikon foda da Cah!
PS: A montagem de fotos de Del e eu no post anterior são da Cah! Lindas, né?! Ainda babo nelas *-*
Ruri é medrosa (mora debaixo da cama ou no alto do armário da cozinha, onde ninguém eu alcança pegá-la), quieta (achei que era muda, ela só miou uma vez desde que chegou), nervosinha (ela e a Kate vivem rosnando uma pra outra), porém muito, muito carinhosa. Adora nosso colo, gosta de carinho no bumbum (sim), dorme ou no armário ou conosco na cama, e sempre tá olhando pra gente com esses zólhões verdes. Ela veio pra gente já grande, é mais velha que a Kate. Ela era uma entre quatro gatinhos de um casal de amigos nossos que se mudaram e não puderam cuidar dela porque a casa nova é muito pequena. Então, a gente aceitou de bom grado e com o coração aberto amar e cuidar dessa gordinha linda! Aliás, quando ela chegou ela era bem mais gordinha, ela tá aqui faz quase duas semanas e já emagreceu bastante... Ela não queria saber de comer de jeito nenhum, nem se esfregássemos comida na carinha dela. Agora já tá se alimentando muito bem e já tá "encorpando" de novo! Outro dia eu achei que ela tinha fugido da gente... Entrei em desespero! Mas no fim, ela tava enrolada no cesto de roupa suja no banheiro, haha
Eu tenho tanta coisa pra contar pra vocês que vou ter que dividir em pelo menos três posts, senão vai ficar quilométrico! Coisas sobre a viagem à Santa Catarina, sobre a nova integrante da família e a virada que deu nossa vida! Hoje vou começar com a minha viagem, porque ela foi pra mim como um período de reflexão, de conhecimento sobre mim mesma. E também porque eu ri tanto nela que até semana passada as bochechas ainda doíam!
Enjoy!
1. O Cherry, o siamês gordo fofo, que não pode ouvir as palavras "vamo papá?" que já fica te encarando com cara de "VAMOS". 2. A Juma, super carinhosa, mas que só vinha no meu colo quando eu tava de calça preta. 3. PIZZA CASEIRA. Logo no dia que eu cheguei. Sem mais. 4. O único dia de sol em Joinville! A semana toda, só isso! D: 5. FOOD. A melhor comida do mundo, a da Kris! Qualquer dia desses divulgo o segredo da dieta que realmente tá funcionando com a gente! Haha 6. A mãozinha da Julia, a gatinha que desenha muito aos nove anos e que foi super carinhosa comigo por eu ter "ensinado" umas técnicas de desenho pra ela. 7. X-misto-frango, enorme, fiquei até neuvorsa de comer isso tudo! Só que o lanche no prato é bem maior que isso. Tipo, BEM maior. 8. Cara, lá no Dryville, uma lanchonete famosa em Joinville, eles tem uma tecnologia completamente avançada no quesito "cortar-envelopinhos-de-condimentos-sem-fazer-sujeira": uma tesoura. Achei fantástico. 9. Me sentindo revigorada ao tocar os pés na água gelada do mar... Adoro! 10. Linda Praia Grande, Enseada. 11. Visão do mar de cima das pedras, lindo, cara! 12. Bolo toalha-felpuda mais DLÇ que eu já comi na minha vida. 13. Uma flor enorme e linda do quintal de um senhor mal-educado, que me xingou pra caramba só por causa dessa foto. 14. Cachaça Kreich, lembrancinha de viagem que eu trouxe pro Del! Ele amou! 15. Eu piro nos efeitos de luz que minha câmera faz quando tá no modo noturno. Não sei porque, haha 16. Cherry e Juma, dormindo lado a lado na noite em que vim embora, tão fofos ♥
Mas eu não posso esquecer de uma pessoa muito importante, que me deu estadia, carinho e um ombro pra chorar de saudade de casa e por outros motivos... Minha mana Kris.
Acometida por uma insatisfação
repentina com a minha vida e com quem eu sou, surge o seguinte diálogo entre eu
e o namorido:
– Queria ser diferente. – Por quê? – Porque eu queria.
Não há motivos. Eu
simplesmente queria ser diferente. Mais magra. Mais alta. Com certeza mais
decidida. Não queria ser tão inconstante, nem tão paranoica, nem tão neurótica.
Queria ser diferente física, intelectual e emocionalmente. Mas eu nasci assim,
e confesso, eu gosto. Esse é um dos pontos da minha inconstância: eu gosto, mas
não gosto, eu quero, mas não quero. Eu sou, mas não sou.
Embora eu tente me convencer
que não tenho personalidade, já me disseram uma vez que esse é um charme, uma
coisa que só eu tenho, uma coisa minha.
Giro novamente em torno do meu próprio umbigo e percebo que eu não mudaria nem
um único ponto da minha personalidade estranha – porque é assim que eu sou. Sábias palavras de Lispector, “é assim porque é assim”. E, pode parecer complicado de
entender, mas eu estou feliz com quem eu sou.
Me sinto satisfeita, mesmo
incompleta. Me sinto completa, mesmo insatisfeita.
PS: Talvez eu adicionasse só um pouquinho mais de extroversão e impulsividade a minha personalidade. Só um pouquinho.
PS²: Graças a uma profunda reflexão, não vou deletar o blog. Só vou acrescentar aos pouquinhos um foco para ele, já que ele não tem nenhum :}
Altas horas da madrugada, precisamente às 2h30. Finalmente bocejo, após um longo tempo esperando o sono vir. De banho tomado e roupinha confortável, deitei-me ao lado do namorado. Às 4h30, ele me acordou pra preparar o café da manhã. Levantei e, enquanto ele tomava banho, eu fiz o café, deixei tudo prontinho.
“Que horas você foi dormir?” Perguntou enquanto comia.
“Ah, nem vi.”
“Eu vi, e eram umas 2h e pouco da manhã...”
“Então porque perguntou que horas fui dormir?” Respondi meio mal-humorada.
“Pra ter certeza, só isso, nervosinha!” Disse ele com os olhos arregalados.
Ainda sonolenta, descabelada e toda amassada, fui escovar meus dentes.
“Percebi que você não anda dormindo bem nas últimas semanas.”
“E...?” Respondi com a boca cheia de pasta de dentes.
“E... Eu acho que tem algo te preocupando... Te conheço, baixinha.” Murmurou ele enquanto bebia o café.
Terminei de escovar os dentes e sentei ao seu lado na mesa, servindo-me apenas de café com leite. Bebendo vagarosamente, suspirei.
“Esses suspiros não mentem... Qual é o problema?”
“O problema é que amanhã é o meu aniversário”
Aí comecei a filosofar, ninguém mandou dar brecha:
“A cada ano que se passa, vai ficando mais sem graça de comemorar os aniversários. A gente começa a perceber que tá ficando velha, decrépita, caquética e morrendo aos poucos. É cada ano mais nostálgico. Quando eu chegar aos meus 40 anos, não vou ter mais pique nenhum pra comemorar nada! Raciocina comigo: cada vez que aniversariamos, a gente vai chegando mais e mais perto da morte. É como uma contagem regressiva, só que sem previsão de término. Temos um prazo de validade. É estranho e, de certa forma, dói, fere, machuca. O vigor da vida vai saindo da gente a cada ano que chega e passa. Eu queria ser como Peter Pan, uma eterna criança, nunca envelhecer, estar sempre jovem, feliz... Começo a odiar aniversários quando penso nisso.”
“Então não pense.” Disse ele sorridente. “Quanto mais você pensa, com mais estresse fica e mais fios brancos aparecem. E outra: aniversários não são feitos para que a gente pense nessas coisas depreciativas. Eles são feitos como forma de comemorar nossas realizações pessoais, as coisas que conseguimos fazer até aquela data. Eles servem pra que nossos amigos comemorem nossa chegada ao mundo. Aniversários também servem como um ponto de partida para abrir novas portas e começar novos projetos. Eles servem pra uma porção de coisas boas, sua boba.” Sorriu e me abraçou. “Agora eu vou indo, tô atrasado!”
Pegou sua pasta e saiu. E eu fiquei aqui, refletindo no que me foi dito. Cheguei à conclusão de que nem tudo está perdido. Quero me olhar no espelho um dia e ser uma contadora de histórias! Ter uma história pra contar em cada ruga, em cada fio de cabelo branco, em cada vez que eu for tomar meu remédio de osteoporose...
Sorri. Começo a adorar aniversários quando penso nisso.
PS: sim, amanhã esta blogueira que vos tecla completará 21 anos de idade.
Ai, oi, que vergonha... Disse que voltava "de manhã" e tô eu aqui, domingão à tarde me sentindo culpada por não ter vindo antes. Mas deixando a culpa de lado, vamos falar de coisa boa vamos falar da nova tekpix!
Então, trouxe a listinha que eu tinha prometido! Ia dividir isso em duas partes, "o que eu preciso" e "o que eu quero", mas acho que fica melhor tudo numa lista só. Andei pensando muito e descobri o que falta pra minha vida mudar de verdade dessa vez. Sem sabotagem comigo mesma.
• Arranjar um emprego. • Ganhar dinheiro. • Me reeducar (seja no estilo de vida, seja no quesito organização, na alimentação...) • Pegar pesado com o curso de Webdesign. • Me aperfeiçoar mais nisso e, quem sabe, ter isso como emprego secundário. • Mudar dessa casa horrível e cheia de mofo.
Essas são minhas principais metas à partir do dia do meu aniversário de 21 outonos, dia 26! Mas calma lá, um passinho de cada vez, né?! Aprendi que, se eu tentar fazer tudo de uma única vez, sem dar descanso pra minha cabeça e corpo, vou acabar não fazendo absolutamente nada. Então, passinhos de minha vó, bem lentos...bem lentos... hahah
PS¹: Essa semana ainda posto o meme que recebi!
PS²: Não me desejem sorte. Me desejem força de vontade!
Quando ultrapassamos o limite de nossas ações, tudo começa a sair do controle. E então é preciso agir de uma forma diferente, mudar.
Não adianta desejar que tudo seja como era antigamente, as coisas ruins se vão com o tempo e as coisas boas deixam aprendizado. Não tenho motivos para chorar as perdas que vivi, não faz sentido algum. O que me resta é seguir em frente, a cabeça erguida, o coração batendo forte no peito, a força de vontade nas mãos. Tenho todas as armas pra ser feliz, cabe a mim mudar e fazer acontecer.
Não esquecer o passado, mas deixá-lo como lembrança no fundo da gaveta. Pensar somente sobre as coisas maravilhosas que o futuro me reserva.
Oi! Depois de meses com o mesmo layout, decidi mudar um pouquinho (ainda estou em busca do layout perfeito! Quem quiser me ajudar ou souber quem pode me ajudar a criar um layout bem cute, e se não for pedir muito, gratuito..., só entrar em contato comigo.) Escolhi um modelinho "vintage", que eu mesma criei com coisas que achei no Santo Google, rs, e também no Flickr. Ainda tô querendo tirar muita coisa, colocar muita coisa... Isso faço com o tempo. Mudei também o endereço do blog (achei que springdotsunshine.blogspot.com tava longo demais).
Oi! A vista desse lindo sol ocorreu às 19h09 na sexta-feira, dia 3 de fevereiro (1 ano e 4 meses de namoro ♥, que nem percebi passar...) Moro num morro e a vista daqui me privilegia quando eventos assim, lindos e exuberantes, acontecem.
Semanas e mais semanas passam por mim e eu nem percebo (como foi o caso do meu aniversário de namoro...). Sei que preciso me organizar, resolver pendências, mas tudo tem ficado cada vez mais difícil! Corre-corre pra lá, preguiça o tempo todo pra cá... E agora, uma dor na coluna que me atrapalha cada vez mais! Às vezes mal consigo me deitar depois de um loooongo dia, e foi isso o que consegui com o stress de querer tudo na hora e do meu jeito (o que nunca realmente acontece). Acordo agonizando, que beleza!
Mas, dores à parte, tudo está fluindo, e eu sinceramente espero que seja algo muito bom.
Agora, eu estava reparando, enquanto digitava, que minhas unhas estão horríveis. Meu cabelo então, nem se fala. Minha saúde foi de 10 a 0 em apenas um mês, ou seja, preciso urgentemente de terapia intensiva! Estou tão acabada que sinto que preciso que alguém dê corda em mim pra ver se eu volto a funcionar, ou então que troquem minha pilha! A situação está crítica, colega!
Oi!
Eu sempre tive vontade de fazer um projeto fotográfico, mas como demanda muito esforço e eu quero evitar a fadiga, sempre pensei duas vezes antes de começar algo. Admiro muito as pessoas que tem essa força de vontade...
Mas agora decidi que quero brincar também! E pra apimentar um pouco mais a brincadeira, a cada foto vou postar junto um poema, um trecho de música, um texto...
Pro post não ficar muito grande (afinal estou atrasada em 4 semanas e meia), vou agendar as postagens pra durante a semana =)
Correria, tempo curto, cansaço imenso, desorganização... Esses, ultimamente, tem sido os quatro principais fatores recorrentes na minha vida. Uma falta de interesse nas coisas que antes eram imprescindíveis pra mim: internet, sair com os amigos, beber um pouco e, principalmente, o trabalho.
A internet pra mim já havia perdido grande parte da graça quando fiquei distante por uns meses. Sair com os amigos já é um sonho difícil de se realizar, por causa do clima, do tempo, de grana, inúmeras "desculpas"... Beber, só em dia de festa, ou seja, minha ultima cerveja foi no ano novo (e eu mal sinto falta de uma cervejinha no finde...).
Já o trabalho, que me empolgou muito no começo, tem me deixado constantemente estressada, cansada, dolorida. Às vezes, não quero nem passar perto de lá...tenho me atrasado e faltado muito, o que, eu sei, vai causar um grande problema pra mim futuramente... Mas mesmo assim, é difícil mudar hábitos quando você já os tem há um bom tempo.
E é sobre hábitos que vim falar hoje. Hábitos, mudanças... Mudança de hábito!
Cansei de fazer promessas que eu sei que não irei cumprir. Eu me conheço. Mas há uma coisa em mim, dizendo que é realmente necessário fazer mudanças... Mas sem prometer antes, porque eu nunca cumpro o que prometo.
As mudanças que eu fiz nesses últimos dias foram poucas, mas já muito significativas pra mim. A princípio, a única coisa que eu quero muito mudar, é o terrível hábito da falta de comprometimento... E no geral. Falta comprometimento meu no trabalho, falta comprometimento meu nos estudos, falta comprometimento meu em qualquer aspecto da minha vida. E toda essa falta de comprometimento afeta diretamente minha saúde, me deixando fisicamente debilitada. Porque, se não me comprometo com algo, tudo sai errado, e eu me estresso.
E volto à estaca zero dos planos que tinha.
Minha falta de organização também estava alarmante, mas já dei meu jeitinho brasileiro com um caderninho que me serve de Guia:
Não saio de casa sem esse caderninho, e sempre que tenho alguma ideia ou solução pra um problema, recorro à ele pra não me esquecer. Lá estão meus planos a curto, médio e longo prazo, coisas que iniciarei em 2012, minhas metas, meus sonhos, tudo escrito bonitinho pra não ser esquecido por um lapso qualquer de memória.
E no fim, o que eu queria mesmo dizer, é que me sinto extremamente culpada pelo modo como tenho vivido minha vida. Sinto, às vezes, vergonha de mim mesma. Da maneira como deixo as coisas passarem por mim, sem ligar a mínima pra isso, ou o jeito que deixo de fazer coisas importantes e acabo me dando mal... É isso, me sinto culpada por fazer coisas que eu poderia muito bem evitar, mas não evito.
O meu erro é esse. Não posso prometer mudar, mas sei que, daqui pra frente, farei o possível pra não errar os mesmos erros desse jeito.
Tudo depende do que você realmente quer de verdade. Depende da maneira como você vê as coisas.
Você pode ter em suas mãos duas verdades: "isso não vai dar certo, nem vou tentar" e "isso pode dar certo de algum modo, vou tentar". A escolha é sua, você tem o poder do livre arbítrio pra resolver sua vida.
E quem sabe assim você não entende que, não importa o modo como faça as coisas, o importante é que faça, só pra saber se vai dar certo ou não. Basta você querer se jogar, nem que seja só pra sentir o gostinho amargo da derrota, mas pra olhar pra trás no futuro e dizer a si mesmo "pelo menos eu tentei, e se fui forte pra isso, sou forte pra fazer de novo, só que muito melhor".
Post dedicado aquele que faz meus sonhos se tornarem realidade: meu anjinho Del <3
Eu queria ter a capacidade de apagar certos sentimentos dentro de mim. Queimá-los. Na melhor das hipóteses, matá-lo. Excluir completamente o desejo de estar junto de você e não poder. Deletar do meu coração qualquer vestígio teu que faz com que eu sonhe contigo. Porque, por mais que eu tente, não vejo forma de esquecer seu sorriso. Meu coração fraco dói cada vez que penso em você, é como um raio de tristeza perfurando a carne, um espinho que não sai.
Sim, eu queria matar você - mas só dentro de mim. Só por um tempo... o suficiente pra conseguir seguir a vida como se você nunca tivesse estado nela.
Sem dor.
Sem ilusões.
Sem decepções.